quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Alerj pode usar 'Caso Aécio' no STF para salvar Jorge Picciani da prisão.



 Deputados aliados ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), articulam uma forma de evitar a prisão do parlamentar, cujo pedido de prisão do Ministério Público Federal (MPF) será julgado nesta quinta-feira (16) pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).
 A estratégia tem como base a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) que, ao julgar o pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) feito pela Procuradoria-Geral da República, decidiu que caberia à Casa à qual pertence o parlamentar a palavra final sobre pedidos de prisão e medidas cautelares.
 Além de Picciani, o MPF pediu a prisão dos deputados Paulo Melo (PMDB) e Edson Albertassi (PMDB).
 A Operação Cadeia Velha apura o uso da presidência e outros postos da Alerj para a prática de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A petição do MPF, com 232 páginas, resulta de investigações feitas há mais de seis meses, que incluíram quebras de sigilo bancário, telefônico e telemático, acordos de leniência e de colaboração premiada, além de provas obtidas a partir das Operações Calicute, Eficiência, Descontrole, Quinto do Ouro e Ponto Final.
 Os investigados com prisão preventiva decretada são os empresários Lélis Teixeira, Jacob Barata Filho e José Carlos Lavouras, investigados na Operação Ponto Final, além de Jorge Luiz Ribeiro, Carlos Cesar da Costa Pereira e Andreia Cardoso do Nascimento. Os presos temporários são Felipe Picciani, Ana Claudia Jaccoub, Marcia Rocha Schalcher de Almeida e Fabio Cardoso do Nascimento.
Fonte: Jornal do Brasil


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