Em nota distribuída
nesta quarta-feira (22) por sua assessoria de imprensa, o ex-governador do Rio
de Janeiro, Anthony Garotinho, atribui a sua prisão e a de sua mulher, a
ex-governadora Rosinha Garotinho, a uma perseguição que, explica, vem sendo
vitima desde que denunciou o esquema do ex-governador Sérgio Cabral na
Assembleia Legislativa do Rio.
Com o título “Querem Calar o Garotinho mais
uma vez”, a nota destaca que quem assinou o pedido de prisão foi o juiz
Glaucenir de Oliveira, “o mesmo que decretou a primeira prisão de Garotinho no
ano passado, logo após ele ter denunciado [o desembargador] Luiz Zveiter à Procuradoria
Geral da República”.
Garotinho
sustenta, ainda, que “nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime” e,
conforme disse ontem em um programa, foi alertado por um agente penitenciário a
respeito de uma reunião entre Sergio Cabral e o deputado estadual Jorge
Picciani, presidente da Assembléia Legislativa do Rio, durante a primeira
prisão do parlamentar, semana passada, no presídio de Benfica. “Na ocasião, o
presidente da Alerj [Picciani] teria afirmado que iria dar um tiro na cara do
Garotinho”, diz a nota.
Fonte: Jornal do Brasil

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